segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Natal no Poisson Rouge

Poisson Rouge é um site cheio de jogos interativos que estimulam a inteligência e a imaginação de crianças em idade pré-escolar. O visual é bastante limpo, os sons e as músicas são suaves e não agridem os ouvidos dos nossos pequenos.

Peu se diverte bastante com ele e já explorou quase todos os jogos. O jogo mais recente é o de Natal.

Clique aqui ou na imagem e confira.


sábado, 19 de dezembro de 2009

Seu filho com autismo: 7 coisas para fazer no feriado de Natal

Por Raun Kaufman K. Autism Treatment Center of America
Primeira criança do Programa Son-Rise

Nos Estados Unidos uma em cada 150 crianças tem um transtorno do espectro do autismo. The Autism Treatment Center of America ™, uma organização sem fins lucrativos, em Sheffield, Massachusetts, trabalha com famílias de todo o mundo que possuem crianças que estão no espectro do autismo. No Centro, os pais são treinados no Programa Son-Rise ®, um método exclusivo que permite as crianças melhorarem dramaticamente, construir relacionamentos significativos, superar desafios aparentemente insuperáveis, e, em alguns casos, recuperar completamente.

Raun Kaufman recuperou-se totalmente sem nenhum traço de seu autismo anterior, superou o distúrbio através do Programa Son-Rise, criado por seus pais para ajudá-lo. Abaixo, ele dá algumas dicas fundamentais para os pais que planejam sair de férias com seu filho que está no espectro do autismo.

7 dicas positivas para fazer nas festa de fim-de-ano


1) Siga (acompanhe) a sua criança!

A maioria dos nossos filhos executa vários comportamentos repetitivos. Um número cada vez maior de pesquisadores está mostrando que esses comportamentos são úteis e importantes para o sistema nervoso do seu filho. Assim, quando seu filho começa a agitar as mãos, fazer a mesma pergunta várias vezes, ou alinhar os carros de brinquedo, deixe que seu filho faça isso. Na verdade, pode ser ainda mais útil se você juntar-se ao seu filho nestes comportamentos! Agite suas próprias mãos, ou alinhe os seus próprios brinquedos!

2) Celebre sua criança!

Para a maioria de nós o nosso filho se comporta de maneira desafiadora. Nós nos preocupamos com isso, nós olhamos para ele, e nós tentamos pará-lo sempre que isso acontece.

Ironicamente, isto coloca todo o foco sobre o que você NÃO quer que seu filho faça. Por exemplo: a criança grita, chora, bate, joga objetos, etc. Não demonstre reação. Mantenha sua expressão facial e sua voz em um tom neutro (ex: não grite, não franza as sobrancelhas, não faça careta, etc.). Sempre se movimente vagarosamente e com calma durante esse momento, pois assim você minimiza as suas reações, deixando de ser um possível apoio para esses comportamentos.

Dê reações substanciais de celebração cada vez que sua criança for gentil ou pedir algo de uma maneira que você prefira.

3) Explique com antecedência.

Antes de sair de viagem ou de ir a uma festa: Explique com antecedência ao seu filho o que irão fazer (mesmo que o seu filho seja não-verbal) o que vai acontecer e como isso vai ser divertido para ele.

4) Dê dicas a sua família.

Se você estiver visitando a família com seu filho, telefone ou envie um e-mail para explicar o que eles podem fazer para tornar a visita mais agradável para você e seu filho. Explique que ruídos altos e súbitos podem ser problemáticos, ou dizer a todos a resposta que seu filho gosta de ouvir quando ele ou ela pergunta várias vezes, "Como a velocidade faz o carro ir?"

5) Preparar um quarto tranqüilo.

Se você estiver indo para casa de outra pessoa com o seu filho, prepare, com antecedência, uma sala tranqüila ou um ambiente onde a criança possa ir para descontrair uma vez que elas começam a ser super estimuladas por todas as emoções e estímulos sensoriais que compõem a maioria das celebrações. De vez em quando leve seu filho para esta sala e passe algum tempo sozinho com ele.

6) Simule um passeio sem sair de casa!

Crianças no espectro do autismo se sentirão sempre melhor quando elas não estiverem estimuladas pelos muitos locais, sons, cheiros e eventos imprevisíveis do mundo exterior. Você pode criar uma experiência em sua própria casa do que normalmente você iria fazer fora. Por exemplo, em vez de ir a um passeio à noite assistir ao festival de luzes, você pode colocar todas as luzes de Natal ao redor de sua casa, apagar as luzes do ambiente, e tocar música de Natal em volume suave. Você pode estar preocupado em privar o seu filho de uma experiência de férias divertidas, mas tenha em mente que quando a criança não consegue digerir a experiência, eles não estão tendo a experiência divertida que você deseja. Por isso, se você pode criar uma versão de fácil digestão, a experiência em casa, seu filho pode ter e desfrutar da experiência. Ao fazer isso, você está realmente dando o seu filho mais, não menos.

7) Traga o espírito do Natal para casa.

Então, muitas vezes, ficamos presos as armadilhas das festas - a árvore, os presentes, os passeios que temos que fazer exatamente como planejamos. Não há problemas em arranjar coisas divertidas, mas lembre-se que estas coisas são apenas enfeites. Elas não são o presente, são apenas a embalagem.

O presente é o seu filho especial.

O presente é a partilha de esperança e doçura com as pessoas que você ama.

Em vez de utilizar as festas de fim-de-ano como um festival de planejamento use-as para ver a beleza na singularidade do seu filho. Use-as para comemorar o que seu filho pode fazer, e aproveite para usá-la para sentir compaixão e incentivar o seu filho de forma muito diferente de vivenciar o mundo.

Boas Festas!

Autismo afeta quase 1% das crianças dos EUA, diz estudo

Por JoAnne Allen

WASHINGTON (Reuters) - O autismo, distúrbio cerebral incurável que prejudica a comunicação e a sociabilidade, afetava uma em cada 110 crianças de oito anos nos EUA em 2006, segundo um estudo divulgado na sexta-feira pelo Centro de Prevenção e Controle de Doenças do país.

A pesquisa concluiu que o autismo é quatro a cinco vezes mais comum em meninos (um caso em cada 70 indivíduos) do que em meninas (um para 315). Isso está bem acima das estimativas anteriores, que era de um caso a cada 150 crianças nos EUA.

Há algumas décadas o autismo era considerado raro. Hoje em dia, sabe-se que se trata de um conjunto de doenças, e não de uma única enfermidade mental.

O estudo também descobriu que o autismo é bem mais comum entre crianças brancas não-hispânicas, em comparação a negros e hispânicos. Os pesquisadores apontaram um aumento de 55 por cento entre crianças brancas, de 41 por cento entre negras e 90 por cento entre hispânicas.

Catherine Rice, do CDC, disse que não há um fator isolado por trás do aumento. "Parte do crescimento se deve a uma melhor detecção, especialmente entre crianças que podem não ter sido notadas no passado - inclusive meninas, crianças hispânicas e crianças sem dificuldade cognitiva", disse Rice a jornalistas.

Mas ela afirmou que também pode estar acontecendo alguma coisa que torne o autismo mais comum.

Segundo os pesquisadores, a maioria dos autistas apresenta sintomas antes dos três anos de idade, embora o diagnóstico só costume acontecer mais tarde - em média aos 4,5 anos, segundo o CDC.

A equipe do CDC examinou diagnósticos médicos de 307.790 crianças que tinham oito anos de idade em 2006. Descobriu que 2.757, ou 0,9 por cento, haviam sido diagnosticadas como autistas.

Embora não haja cura, pode haver casos com sintomas brandos, e os especialistas acreditam que um tratamento intensivo e precoce ajude as crianças com o distúrbio.

A entidade Autism Speaks pediu ao governo dos EUA que aprimore os tratamentos.
"Precisamos de uma ação significativa que reconheça a abrangência deste problema e aloque os recursos necessários para levar a luta contra o autismo a um novo nível", disse Bob Wright, cofundador do grupo, em nota.

Rice disse que as pesquisas seguem uma abordagem múltipla, já que "não há uma causa única para o autismo". Os pesquisadores têm examinado vários fatores ambientais, como produtos domésticos, tratamentos médicos, alimentação, suplementos alimentares e infecções.

A Pfizer, maior laboratório do mundo, anunciou em julho que começou a desenvolver tratamentos para o autismo.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Mãe diz que educação e treinamento ajudaram o filho a superar o autismo




Por Debbie Denmon WFAA-TV

É fascinante ver o quão longe Roman Scott progrediu oito anos depois de ter sido diagnosticado com autismo.

"Com 2 anos de idade ele não falava", disse sua mãe, Elizabeth Scott. "Tinha momentos em que ele não podia ficar parado. Um dia ele correu 60 voltas em torno da nossa sala de estar, se tentássemos pará-lo ele chorava porque queria continuar correndo. "

Roman parecia estar correndo de medo.

Ele também sentia medo de tocar as coisas com texturas diferentes, como massa de modelar, bolhas, ou alimentos comidos com as mãos.

"Todos os dias eu sentia tanto medo", Scott acrescentou, "então eu orei e pedi a Deus:" O que eu tenho que fazer para ajudar essa criança? " Pedi sugestões de fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais e então eu criei o meu próprio programa para ele ".

Scott precisou abandonar sua carreira como professora e começou a dedicar seu tempo em sessões da terapia desenvolvida por ela com o objetivo de treinar o cérebro de Roman, começando com o uso de jogos educativos.

Ela disse que eles fizeram 78 treinos e habilidades de forma lenta e metodicamente para construir a sua confiança.

"Ele sentia medo da chuva", disse Scott, "assim ele também sentia medo de tomar uma ducha. Então tivemos que dessensibilizar sua cabeça. Eu pegava um punhado de água e salpicava-lhe sobre a cabeça, permitindo a ele se acostumar com a água caindo sobre seu rosto. "

O vídeo do verão passado da família mostrando ele nadando na piscina é uma realização enorme.

Scott trabalhou com Roman 10 horas por dia durante três anos, e seus esforços lhe garantiram o sucesso - 45 sintomas autistas desapareceram, disse ela.

"Eu sei que muitos pais dizem" 10 horas por dia? Oh, é muito tempo. " Mas eu digo que faria tudo de novo. E agora eu tenho o meu filho de volta ", disse Scott.

A capacidade de Roman para completar quebra-cabeças difíceis ainda assombra sua antiga professora, Paige Garza.

Roman já havia participado de uma classe de educação especial.

"Eu teria que dizer que eu nunca vi uma pessoa se recuperar de autismo", disse Garza. "Este é o primeiro."

Garza fica surpresa ao vê-lo jogar com os outros. Roman costumava chorar e gritar, se outra criança o tocasse. "Quando me lembro de como ele era quando estava na minha classe. E agora? Posso dizer que estamos falando de duas crianças diferentes.", disse Garza.

Roman é agora um aluno normal do segundo ano numa sala de aula tradicional.

Ele tem um melhor amigo, destaca-se academicamente, e joga dois esportes.


Scott escreveu um livro intitulado "Raindrops on Roman, detalhando exatamente o que ela fez para ajudar o filho a se recuperar.

"Eu acredito no seu milagre", disse Scott, "mas, eu quero o milagre para todos".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Autismo: Quem é o bobo nessa história?

Por Erivelton Rodrigues

Você já ouviu falar em autismo? Um dia desses,grande parte dos brasileiros ouviu e de uma forma no mínimo leviana.

"Se nós fossemos pessoas melhores levaríamos a Bozena ao médico. Agora me ocorreu que eu tenho a impressão de que a Bozena é autista.

Lembra de um filme que a gente viu com Tom Cruise, que o irmão era meio bobo, era autista?"

Esta frase foi pronunciada durante a programação da maior emissora de televisão do país. Trata-se de uma fala do personagem Mário Jorge do programa humorístico "Toma lá, dá cá", vivido pelo ator Miguel Falabella, que também assina a obra como autor.

No diálogo, Mário Jorge depreciava a empregada Bozena, vivida pela atriz Alessandra Maestrini.
Pois bem, está no dicionário: "Bobo: Pessoa que quer divertir os outros com trejeitos, caretas e ditos tolos".

Também está no dicionário o significado do termo autista: "Pessoa que sofre de autismo" que por sua vez quer dizer "Estado mental caracterizado pela tendência a alhear-se do mundo exterior e ensimesmar-se".

E vamos além: O autismo é uma desordem comportamental que geralmente impede que a pessoa que sofre dela desenvolva relações sociais normais, se comportando de maneira compulsiva e ritualista. Não se trata de um retardo mental ou lesão cerebral como muitos pensam, embora vários autistas apresentem também estes problemas.

Os sinais do autismo costumam aparecer antes dos três anos de idade e sua causa é desconhecida, apesar de haver vários estudos como tentativas de encontrá-la.

Pode ocorrer atraso na iniciação da fala de uma criança autista com relação a outras crianças da mesma faixa etária de idade. A criança autista costuma se isolar, não por estar desinteressada por relacionamentos com outras pessoas mas por ter dificuldade em iniciar, manter e terminar uma conversa.

Ela não possui o hábito de abraçar, olhar no olho das outras pessoas e ao falar pode ser que o faça de forma diferente ou que não o faça, algumas vezes por não poder, outras por não querer.

Também podem ser encontrados nos indivíduos com autismo,outros sintomas tais como: Risos e sorrisos inapropriados, resistência a mudar de rotina, insistência com gestos idênticos, pequena resposta aos métodos normais de ensino, aparente insensibilidade à dor, repetição de palavras ou frases, hiper ou hipo atividade física, angústia sem razão aparente, não responde às ordens verbais atuando como se fosse surdo, dificuldade em expressar suas necessidades empregando gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras,etc.

Existem vários graus de autismo, podendo haver portanto, autistas mais sociais, intelectuais e por diversas vezes não muito diferentes das pessoas tidas como normais. O diagnóstico da doença é feito por meio de observação.

Enfim, tentemos responder agora, a pergunta feita no título: Quem é o bobo nessa história?

Existe virtude em instigar julgamentos preconceituosos utilizando de um meio de comunicação de massa, de concessão pública, em nome de uma audiência conquistada à qualquer custo? O ator pediu desculpas pelo ocorrido, mas que não se confunda o ato de pedir desculpas por uma falha, com o ato de apagá-la.

Bobo o autista? Não. Bobo, o artista.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Técnica para tratar autista mais cedo traz ganho de QI

Um estudo pioneiro da Universidade de Washington publicado nesta terça-feira (1º) na revista "Pediatrics" revela que bebês com transtornos do espectro autista podem ter ganhos de comunicação, de interação social e de QI quando submetidos a uma intervenção intensiva precoce, a partir dos 18 meses de idade.

Para o psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do Projeto de Autismo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, apesar de o método ser aplicado há mais de 20 anos em crianças mais velhas, inclusive no Brasil, o trabalho é original ao revelar eficiência em uma faixa etária mais baixa. "Sabe-se que, quanto mais cedo se tem o diagnóstico, melhor, mas ninguém tinha feito um estudo grande assim."

O médico defende que o método seja aplicado [no serviço público] no Brasil "o mais urgente possível". "É muito mais barato investir quando a criança é pequena do que gastar bilhões com adultos e adolescentes, quando não se tem praticamente nada a fazer."

Ana Maria Mello, superintendente da AMA (Associação de Amigos do Autista), também é a favor de tratar cedo. "A intervenção precoce faz toda a diferença. A partir dos dois anos de idade, os resultados já são muito bons", afirma.

Luiz Celso Vilanova, chefe do Departamento de Neurologia Infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), acha a proposta positiva, mas faz uma ressalva. "Se esse método é melhor do que outros, não dá para saber [pelo estudo], mas ele é multidisciplinar, foi elaborado por fisioterapeutas, fonoaudiólogos, pediatras, neurologistas", afirma.

Segundo ele, poucos centros no país atendem o autista de maneira intensiva, como no estudo. Para Vadasz, sua aplicação não é viável na rede pública. "Na particular, custa de R$ 1.000 a R$ 2.500 por mês."
Diagnóstico

Segundo Vilanova, nem sempre é possível, aos 18 meses, diagnosticar o autismo infantil.

"Mas posso colocar no grupo de distúrbio invasivo do desenvolvimento [doenças caracterizadas por dificuldade de interação social e de comunicação e por um repertório restrito de interesses e atividades, como o autismo] quando a criança tem comprometimento de linguagem, de habilidades motoras, comportamentos repetitivos.

Há casos em que dá para saber, mas há outros em que não", diz ele.

O diagnóstico depende ainda do acesso aos serviços de saúde. "Em famílias mais ricas, tenho visto aos dois anos. No SUS, há crianças de cinco anos sem diagnóstico, que terão muito menos ganhos do que se tivessem iniciado o trabalho antes."

Mello afirma conhecer apenas um caso de diagnóstico de criança com menos de dois anos de idade, mas acredita que a tendência é que os médicos detectem a doença cada vez mais cedo, por terem maior acesso à informação.

Fonte: Gazetaweb

Tratamento precoce é eficaz

Estudo dos EUA constata que tratamento de autismo em bebês é eficaz


O tratamento de autismo se mostra mais eficaz quanto mais cedo for iniciado. Um estudo realizado nos Estados Unidos constatou resultados animadores em crianças diagnosticadas com a doença e que começaram a ser tratadas de forma mais rigorosa a partir do 1º ano de vida.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Washington concluiu que o tratamento pode amenizar muito os sintomas da doença. Foram avaliadas 48 crianças autistas, entre 1 ano de meio e 2 anos e meio.

Um grupo foi selecionado aleatoriamente para receber um tratamento especializado, conhecido como Early Start Denver, focado na interação e na comunicação - as maiores dificuldades das crianças autistas. A outra parte era atendida de forma menos abrangente e intensa.

Em uma das etapas ao que o primeiro grupo foi submetido, os pais e terapeutas seguram repetidamente brinquedos muito próximos ao rosto da criança, para que ela seja obrigada a manter contato visual. Em outro exercício, a criança é recompensada por usar palavras para pedir brinquedos. Foram quatro horas de atenção dos terapeutas durante cinco dias na semana, e o tratamento era repetido em casa, com os pais, por pelo menos mais cinco horas semanais.

Resultados - Depois de dois anos, o Quociente de Inteligência (QI) das crianças do primeiro grupo subiu, em média, 18 pontos, enquanto os que foram submetidos a outros tratamentos tiveram aumento médio de sete pontos. Reavaliados, quase 30% do grupo foi diagnosticado com uma variação menos severa do autismo, contra apenas 5% do outro grupo. Os pesquisadores ressaltam, entretanto, que nenhuma criança foi "curada".

O tratamento cada vez mais cedo do autismo, apesar de receber atenção especial dos especialistas, continua sendo um assunto controverso, já que são escassas as evidências rigorosamente comprovadas de que esse tipo de tratamento realmente funciona. Mesmo assim, o recente estudo é de grande importância e representa uma marco na área, afirmou Tony Charman, especialista em autismo do Instituto de Educação de Londres.

Fonte: Veja.com